Dor crônica na coluna, joelho ou ombro?
Vamos descobrir a causa.
A maioria dos pacientes que chega até mim já passou por vários médicos, tomou anti-inflamatório, fez fisioterapia — e continua com dor. O problema quase sempre é o mesmo: ninguém investigou direito de onde vem a dor.
Aqui a primeira consulta dura 50 a 60 minutos. Não para impressionar — mas porque menos do que isso não é suficiente para entender o seu caso de verdade.
Resposta em horário comercial · Seg–Sex 8h–17h
O contato via WhatsApp não constitui consulta médica.
Dr. Kleber Rangel · Especialista em dor · Tratamentos sem cirurgia
Dor crônica precisa de quem olha para a causa, não para o sintoma
Sou o Dr. Kleber Rangel — ortopedista com subespecialização em coluna vertebral e formação em intervenções guiadas por ultrassom. Atendo adultos que convivem com dor há meses ou anos, já passaram por outros profissionais e querem entender o que realmente está acontecendo antes de aceitar uma cirurgia ou continuar em ciclos de remédio.
- Adultos com dor crônica em coluna, joelho, quadril ou ombro
- Quem já recebeu indicação cirúrgica e quer uma segunda opinião antes de decidir
- Pacientes que tentaram fisioterapia, infiltrações ou medicação sem o resultado esperado
- Casos que exigem investigação detalhada — não diagnóstico de 10 minutos
Formação
- Graduação em Medicina — Faculdade de Ciências Médicas de Volta Redonda (2009)
- Tenente Médico — Força Aérea Brasileira (2010)
- Residência em Ortopedia e Traumatologia — SOTRP, Ribeirão Preto (2011–2013)
- Título de Especialista em Ortopedia — SBOT · TEOT 14.706
- Subespecialização em Cirurgia e Patologia da Coluna Vertebral — Santa Casa de São Paulo (2014–2015)
- Pós-graduação em Medicina da Dor
- Formação em Medicina Regenerativa e Intervenções Guiadas por Ultrassom
Trajetória
SBOT · SBED · SBRET · ABDOR · ASRM
Do preparo do organismo até a alta — uma sequência clínica
Tratamento de dor crônica não começa pela agulha. Começa por entender o terreno onde a dor se instalou — e só depois vem o procedimento.
Preparo do organismo
Antes de qualquer procedimento, avaliamos o terreno: sono, inflamação sistêmica, déficits nutricionais, controle metabólico. Um organismo inflamado não responde bem a nenhuma técnica — por mais precisa que ela seja.
Por que isso importa: reduz risco e melhora a resposta clínica.
Avaliação completa
Anamnese aprofundada e exame físico ortopédico detalhado. Não é triagem de 10 minutos. Mapeamos cada estrutura suspeita — coluna, articulação, tendão, nervo — e correlacionamos com o que você sente.
Duração média: 50 a 60 minutos.
Ultrassom no consultório
Quando indicado, o ultrassom é realizado na mesma consulta. Visualiza tendões, bursas, nervos periféricos e articulações em tempo real — informação que a ressonância isolada nem sempre oferece.
Equipamento próprio, no consultório.
Diagnóstico explicado
Você sai entendendo o que está acontecendo no seu corpo. Em linguagem clara, com base no exame clínico, nas suas imagens prévias e no ultrassom. Sem termos vagos, sem "é da idade".
Inclui leitura ativa das suas imagens prévias.
Jornada terapêutica
Plano com etapas, retornos e critérios de reavaliação definidos. Se algo não responde como esperado, o plano é ajustado — com base clínica, não no "vamos ver como vai".
Cronograma individualizado por caso.
Você precisa entender o que está acontecendo no seu corpo
Hérnia, protrusão, abaulamento, espondilose, condropatia. Termos que aparecem em laudos e que, sem explicação, viram só motivo de medo. Aqui, modelos anatômicos e as suas próprias imagens são usados para mostrar — visualmente — o que está acontecendo na sua coluna ou articulação.
Decisão informada exige informação clara. Sem isso, qualquer tratamento — cirúrgico ou conservador — vira aposta.
A descrição acima representa a sequência de avaliação padrão do consultório. Indicação, duração e desfecho de cada etapa dependem da avaliação clínica individual — Resolução CFM nº 2.336/2023.
Recursos com indicação clínica definida
Cada técnica abaixo tem indicação específica. Na consulta você entende por que ela foi — ou não foi — escolhida para o seu caso.
Procedimentos guiados por ultrassom
A agulha é posicionada com visualização em tempo real da estrutura-alvo — nervo, articulação, bursa ou tendão. A imagem em tempo real permite maior precisão técnica e tende a reduzir o desconforto comparado à punção às cegas.
- Bloqueio facetário e bloqueio de ramo medial
- Infiltração epidural e radicular
- Bloqueio de nervo periférico
Medicina regenerativa
Uso de componentes do próprio sangue ou medula óssea para estimular reparo em articulações e tendões. A indicação é restrita a casos selecionados, conforme evidência clínica atual. Se o seu quadro não tem indicação, você é informado antes de qualquer custo.
- PRP — plasma rico em plaquetas
- BMA — aspirado de medula óssea
- Proloterapia
Viscossuplementação
Aplicação intra-articular de ácido hialurônico em joelho, quadril e ombro com artrose. A indicação depende do estágio da artrose, do quadro clínico e da resposta a tratamentos prévios — discutida individualmente antes da proposta.
- Artrose de joelho
- Quadril e ombro
- Indicação individualizada por caso
Abordagem integrativa da dor
Sono fragmentado e inflamação sistêmica influenciam a percepção e a manutenção da dor crônica. Quando relevante, investigamos sono, perfil hormonal e marcadores metabólicos — fatores que podem afetar a resposta ao tratamento principal.
- Ozonioterapia (quando indicada)
- Terapia por ondas de choque
- Avaliação hormonal e metabólica
As técnicas listadas têm indicação clínica específica e devem ser avaliadas individualmente. Resultados variam conforme o caso. Conteúdo informativo — não substitui consulta presencial. Resolução CFM nº 2.336/2023.
Avaliação dos pacientes
Avaliação pública agregada, sem divulgação de relatos individuais — em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.
- Anamnese completa — sua história toda
- Exame clínico detalhado
- Leitura das suas imagens no momento
- Plano terapêutico individualizado
Veja antes de decidir
Uma explicação honesta sobre como funciona o tratamento — sem promessas e sem enrolação.
Pergunte antes de decidir
O assistente responde dúvidas sobre tratamentos e como funciona a consulta. Não substitui avaliação médica.
As perguntas que você está se fazendo agora
Respostas diretas — sem promessa, sem evasiva.
O procedimento dói?
A maior parte dos procedimentos guiados por ultrassom é realizada com anestesia local — o desconforto principal costuma ser apenas o da picada inicial. Como a agulha é visualizada em tempo real, evita-se manipulação desnecessária dos tecidos.
Pacientes com ansiedade procedimental podem ser orientados sobre opções adicionais de conforto durante a consulta.
Quanto tempo leva para começar a sentir diferença?
Depende do diagnóstico e da técnica usada. Bloqueios anestésicos diagnósticos podem ter efeito em horas. Procedimentos regenerativos (PRP, BMA) costumam ter cronograma de semanas, com reavaliação programada.
Não existe prazo padrão. Ao final da consulta você recebe uma estimativa individualizada — baseada no seu quadro, não em média de marketing.
Vou precisar me afastar do trabalho?
A maioria dos procedimentos é ambulatorial e permite retorno às atividades habituais em curto prazo. Trabalhos sedentários geralmente podem ser retomados no mesmo dia ou no dia seguinte.
Trabalhos que exigem esforço físico, dirigir profissionalmente ou postura prolongada podem demandar adaptação temporária — isso é definido caso a caso, com orientação por escrito.
Preciso fazer repouso depois do procedimento?
Repouso absoluto raramente é necessário. O que se recomenda é evitar esforços específicos nas primeiras 24–72 horas, dependendo da técnica. Atividade leve costuma ser estimulada — imobilidade prolongada piora a evolução clínica.
Cada procedimento tem orientação pós escrita, entregue na própria consulta.
Quais são os riscos?
Como qualquer procedimento médico, existem riscos. Os mais comuns em intervenções guiadas por ultrassom são dor local transitória, hematoma no ponto da punção e, raramente, reação ao anestésico. Infecção é incomum quando se respeita técnica asséptica.
Riscos específicos da sua técnica indicada são discutidos individualmente antes da assinatura do termo de consentimento.
Tenho mais de 60 anos / artrose avançada / já operei antes. Ainda é uma opção?
Idade isolada não é critério de exclusão. Pacientes idosos, com artrose moderada a avançada ou histórico cirúrgico podem ser candidatos a tratamentos conservadores — desde que haja indicação clínica clara após avaliação.
Em casos em que a cirurgia é a melhor opção, isso é dito com clareza, com encaminhamento adequado quando necessário.
Respostas com caráter informativo. Cada caso exige avaliação clínica individual. Resolução CFM nº 2.336/2023.
Pronto para entender de onde vem a sua dor?
Me manda uma mensagem contando seu caso. Sem compromisso — só quero entender se posso te ajudar.
Atendimento particular · Seg–Sex 8h–17h · Resposta em horário comercial
